PR aprova despesas do novo Hospital Militar de Luanda no dia que prometeu tudo no seu discurso sobre o estado da Nação – Obra vai custar 96,6 % milhões de Usd

A despesa do novo Hospital Militar de Luanda, considerado pelo presidente da república, no seu discurso sobre o estado da Nação, uma das grandes realizações ao nível do sector da Defesa e Veteranos da Pátria, foi aprovada no mesmo dia em que o João Lourenço se dirigiu ao parlamento e ao País, quando inaugurou o amo Legislativo.

Hospital Militar Principal de Luanda: transformado em trincheira da negligência hospitalar

No diário da República, o chefe de Estado formaliza abertura do procedimento de contratação simplificada pelo critério material (ajuste direito) para adjudicação do contrato  de empreitada de concepção, construção, formação do pessoal e apetrechamento do novo Hospital Militar de Luanda, no valor global de 90 milhões de dólares norte-americanos.

No despacho presidencial 169/21, João Lourenço aprova ainda uma despesa de 6,3 milhões de USD para contrato de fiscalização da empreitada.

No documento, que avança a construtira que vai ser entregue a obra, e delegada a competência ao Minstério da Defesa e Veteranos da Pátria, com a faculdade Subdelegar, para a prática de todos os actos decisórios e de aprovação tutelar no âmbito do procedimento, icluíndo a adjudicação, celebração e homologação dos corrspondentes contratos.

Esta nova infraestrutura, que, de acordo com os dados avançadfos pelo presidente no seu discurso sobre o Estado da Nação, vai ter 200 camas, junta-se ao Hospital Militar proncipal de Luanda/Instituto Superior para o qual foi aberta uma linha de crédito jubto ao Banco de Fomento Angola no montante de 63,2 milhões de Kwanzas (98,1 milhões de Dólares norte-americanos), e cuja requalificação “ já está en curso, com 320 camas”.

Segundo o presidente “esta capacidade Hospitalar a instalar vai certamente contribuir para melhoria assitência médica e medicamentosa dos efeitivos dos órgãos da defesa e segurança no nosso país”.

De referir que num despacho presidencial anterior, datado de Julho deste ano, João Lourenço autorizou ajuste directo que entregou a empreitada, no valor de 119,9 milhões de dólares norte-americanos à Omatapalo.

O valor contrato era destinado a “assegurar os recursos financeiros necessários à execusão do contrato de empreitatada, requalificação e apetrechamento do Hospital Militar Principal de Luanda, a obra entre à Omatapalo em Agosto de 2019, através de um procedimento de contratação simplificada, justificada “pela necessidade de se qualificar e apetrechar com urgência do Hospital Militar principal de Luanda/Instituto Superior, atendendo ao seu nível de degradação física e desactualização tecnólogica para garantir um atendimento eficiênte aos seus beneficiários”.

No despacho de Agosto de 2019 lia-se ainda que o “Hospital Militar Principal de Luanda/Instituto Superior representa uma das principais unidades hospitalares e academicas de referência, cuja degradação física actual pode implicar a diminuição da sua prestação de serviço que se afere de grande importância para as Forças Armadas, de defesa e segurança e outros uténtes”.

Fonte: N.Jornal

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