PGR garante “categoricamente” que não há qualquer processo aberto contra Adalberto Costa Júnior

No domingo, Adalberto Costa Júnior, que desde há uns meses raramente aceita prestar declarações a jornais nacionais, preferindo conceder entrevistas à imprensa internacional, criticou duramente a justiça angolana, nomeadamente a postura da PGR, afirmando, em declarações ao diário português, estar surpreendido “com o silêncio ou a conivência da PGR nesta matéria”.

PRG

“Há um dirigente da UNITA a quem foram pagos 22 milhões de kwanzas para denunciar o seu presidente, fez uma conferência de imprensa, mas a PGR ignorou-a. Houve outra conferência de imprensa de médicos que vieram a público dizer que foram procurados, sujeitos a elementos de chantagem para denunciar eventuais violações de menores e a mesma procuradoria que agora age, não se mexeu para investigar”, declarou, acusando o general Fernando Miala, chefe dos serviços de inteligência, de estar por detrás deste enredo.

“É óbvio que isto tem a mão do senhor Miala, o chefe dos serviços de inteligência. Que, como todos sabem, não está no âmbito de actuação democrática, a tratar dos interesses do Estado, está no âmbito de actuação partidária, a tratar dos interesses do partido no poder”, explicou ao Público, que escreveu, numa notícia titulada “PGR vai investigar líder destituído da UNITA por tentativa de homicídio”, que “a queixa-crime contra Adalberto Costa Júnior seria mais uma etapa nesse longo processo para o afastar da corrida à presidência do país e que contaria, talvez, com uma reacção mais dura por parte da UNITA em relação ao acórdão, quer com protestos nas ruas quer com recurso ao Tribunal Supremo, que a última revisão constitucional transformou numa instância superior ao Tribunal Constitucional”.

Fonte: N.Jornal

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