“Embaixadores da África do Sul, Namíbia e o Ministério do Interior boicotam a governação de JLO” diz Carlos Simão Kanda

Você já ouviu dizer sobre as malas de dinheiro e ouros encontrado supostamente numa fazenda onde aparece um senhor a pedir ajuda ao governo para que o dinheiro seja investido em Angola? O jovem chama-se Carlos Simão Kanda, Natural de Sanza Pombo, província do Uíge, terá exibido um vídeo no dia 03 de Janeiro do ano em curso.

Carlos Simão Kanda

Uma vez que quem não deve não teme, Carlos Simão Kanda foi chamado de imediato pela Embaixada de Angola na Uganda para que este comparecesse na África do Sul por orientação superior do Governo Angolano e abordar das somas de dinheiro, as suas origens e os principais proprietários.

Com objectivo de colaborar com o Estado e trazer mais investidores para empregar muitos jovens, enquanto bom cidadão, passou pelo interrogatório da Embaixada de Angola na África do Sul e, de imediato preparou-se uma outra viagem para a Namíbia acompanhado do senhor identificado por Nelson com a função do primeiro Secretário da Embaixada, onde efectuaram os outros acertos.

Segundo Carlos Kanda, os dois Embaixadores e outros elementos ligados a segurança, pediram para que se ocultasse o seu nome verdadeiro e tratar uma outra identidade com o nome de Policárpio Costa. O pivô dos futuros investidores, negou a proposta por se tratar de um crime.

Por estar na altura sem apoio de Ninguém, Carlos Kanda foi forçado a aceitar, porém não permitiu que se tratasse o B.I nem mesmo o passaporte com o nome atribuído pelos embaixadores da África do Sul, Namíbia em suposto convénio do Ministério do Interior liderado por Eugênio César Laborinho.

Há um mês, a família de Carlos estava a passar por dificuldades e pediu para que se transferisse um valor e, por espanto, o comprovativo da transferência teve o nome de Policárpio Costa, ou seja, o nome atribuído  já tinha uma conta bancária com os valores desconhecidos. Tendo em conta o cenário assistido, o senhor Carlos Simão Kanda se apercebeu que estava diante de um grupo com outras intenções longe do normal.

“Quando viram que tudo aquilo que falei era verdade, queriam fabricar um crime contra mim, me atribuindo uma identidade que não é minha. Eu só queria trazer os investidores em Angola de forma legal porque eu não sou criminoso”, disse.

Sem avançar o dia, Carlos Simão Kanda manteve um encontro com o Director do Combate ao Crime, onde foi orientado para que reativasse a sua vida uma vez que não se registou nenhum tipo de crime e,o responsável do SIC pediu para que o mesmo tomasse cuidado com os seus amigos por estes estarem imbuídos de invejas. Antes de comprar o bilhete de viagem, o Carlos ligou ao senhor Nelson e este ligou ao Governo de Luanda para saber se era oportuno viajar, não tardou recebeu o retorno da chamada da autorização. De imediato, comprou o Bilhete de passagem para o Dubai e avançar para Uganda. Depois de ter feito o check-in, no dia 06 do mês passado, foi ao Serviço de Emigração e Estrangeiro onde recebeu a informação de uma interdição sobre o senhor Carlos Simão exarado pelo Ministério do Interior.

“de imediato, os homens do SIC me tiraram do Aeroporto até à direção do SIC onde fiquei detido desde o dia 6 e, no dia 10 fui solto pelo Ministério Público porque não havia nenhum crime e pediram para eu seguir com a minha viagem”, disse.

Segundo a vítima, no dia seguinte os advogados escreveram para o Ministério Público no sentido de devolver os meios apreendidos tais como telefone passaporte, Bilhete de Identidade e outros meios pessoais, infelizmente, até agora o pedido não foi atendido. “Os homens do SIC receberam o meu telefone a força e exigiram para que eu entregasse a senha. Desde o dia 10 de Maio, eles estão a manejar no meu telefone sem antes ter recebido uma autorização do Tribunal. Estão procurando motivos para me criminar e eu não tenho nada a temer”, lamentou.

O intermediário dos investidores estrangeiros, confirmou que o dinheiro que exibiu não pertence a nenhum angolano e nem tem um sócio Angolano, para o cidadão Kanda, nascido na província do Uíge, disse apenas queria trazer investidores para ajudar o executivo na criação de emprego e a melhoria de condições dos angolanos.

Agricultura e Hotelaria foram uma das apostas dos Investidores

Segundo o intermediário ou simplesmente “lobista” dos investidores do Uganda e da outra parte do mundo, a intenção era investir nos sectores rentáveis com maior realce a agricultura mecanizada, hotelaria, indústria transformadora e agropecuário com uma capacidade de empregabilidade considerável.

“Eu pedi para me encontrar com o Presidente da República no sentido de trazer esses investidores em segurança e contribuírem na nossa economia, infelizmente, ainda assistimos pessoas no executivo que estão a boicotar o trabalho do Presidente João Lourenço e, desse jeito, o país mais uma vez sai a perder. A minha missão era apenas trazer os investidores e o resto estaria ao controlo do Estado. Se eu fosse bandido, nem aceitaria vir ao país”, disse.

“Sinto-me perseguido por elementos do Estado”

“O que estou a passar agora é uma perseguição uma vez que o Ministério Público confirma que eu não tenho nenhum crime. Há muita gente que roubaram o dinheiro do Estado e eles estão andar livremente e eu que tive um sentido patriótico para ajudar o governo em trazer investidores sou de imediato impedido de circular?”

O lobista que foi chamado pelo Estado por intermédio das embaixadas, depois de terem concluído que não existe nenhum crime nem o envolvimento de empresários angolanos, Carlos Simão Kanda foi abandonado.

Com o objectivo de facultar os contactos dos embaixadores em causa e ouvir o contraditório, a nossa equipa de reportagem ligou de forma insistente aos responsáveis do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério das Relações Exteriores, entre os quais António Cornélio e Estêvão Alberto infelizmente não atenderam as nossas chamadas e nem retomaram.

Já a equipa do Ministério do Interior, informou que não é verdade que o Ministro esteja ligado na interdição, mas sim os Serviços de Investigação Criminal e fomos orientados para falar com o Porta-voz do SIC. Contactado nessa manhã o Director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SIC, Manuel Alaiwa, pediu se pronunciar oportunamente.

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