Cidadãos chineses raptam e exigem um resgate de “155 mil USD” em Luanda

Uma gangue composta por cidadãos chineses, que se dedicava ao rapto, agressão e cárcere privado de pessoas na via pública na cidade de Luanda, e que pedia um resgate de 155 mil USD, foi desmantelado pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) no final do mês de Agosto depois de uma investigação, segundo fez saber superintendente-chefe Fernando de Carvalho.

Cidadãos chineses detidos por falsificação de dinheiro – WUS
Cidadãos Chineses detidos em Luanda

Na última semana um casal chinês e um cidadão angolano, foram raptadas e torturadas pela gangue composto por chineses, segundo as vitimas para sua libertação, os raptores exigiam um resgate de 155 mil USD aos familiares que vivem na China.

“Eles exigiam aos nossos familiares quase sempre a residir na China, um resgate de um milhão de Renmimbis – Yuan, cerca de 155 mil USD, a depositar na conta da mulher de um dos meliantes, igualmente residente em território chinês”. disse uma da vitimas de nacional angolana.

A detenção dos raptores que agiam de forma organizada e com alvos previamente escolhidos, foi possível devido um trabalho apurado de investigação dos elementos do SIC Luanda, que libertaram os cidadãos raptados, como fez saber o superintendente-chefe Fernando de Carvalho.

“Fizemos um trabalho de investigação apurado, para sabermos da localização dos raptores e dos cidadãos raptados”.

Entretanto o oficial do SIC explicou ainda que os raptores aceitaram “reduzir o valor do resgate para 780 mil yuan e o depósito de 3 milhões Kz numa conta num banco nacional e em nome de um dos elementos do grupo”.

Sendo que Para apressar os pagamentos, os raptores enviavam fotos das vítimas alvo de torturas, algemados e em claro sofrimento.

Face a esta pressão, disse o Superintendente-chefe Fernando de Carvalho os familiares fizeram um depósito de “400 mil renminbis, cerca de 61.000 USD e ainda os 3 milhões Kz”.

Na posse dos detidos foram encontradas diversas armas, de fogo e brancas, e ainda telemóveis e diversos documentos.

Por: Adão dos Santos

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